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Especialização em Puericultura Eludivila: respondemos às perguntas mais frequentes sobre o curso
19 de julho de 2022
Especialização em Puericultura Eludivila: respondemos às perguntas mais frequentes sobre o curso

Autor:

Eludivila Especialização Pediátrica

A Eludivila criou a Especialização em Puericultura para ampliar o seu olhar sobre o mundo da pediatria e trazer conceitos e reflexões pouco abordadas nas residências médicas.


Você ainda tem alguma dúvida a respeito do curso e do quanto ele pode ser importante e enriquecedor para o seu crescimento como pediatra? Tiramos as dúvidas mais frequentes sobre o assunto neste artigo.


O que o curso agrega ao pediatra?

O curso de Especialização em Puericultura tem o objetivo de proporcionar ferramentas para potencializar o dia a dia do pediatra no consultório com um enfoque nos primeiros mil dias (da gestação até os 2 anos de idade), passando por temas como sono infantil, amamentação, introdução alimentar e muitos outros.


Como dito anteriormente, a ideia é ampliar o seu olhar para uma pediatria que vai muito além do hospital. Hoje, é fundamental que o médico esteja conectado à realidade das famílias, levando em consideração suas especificidades e acompanhando integralmente o crescimento da criança.


Quais são os principais temas abordados no curso?

É necessário que o pediatra tenha habilidade para lidar com os pais, demonstrando empatia e transformando o atendimento em uma experiência mais integrada e voltada para a família.

Os pontos principais do conteúdo programático são:


  • O consultório de Pediatria:

Informações sobre as atualizações envolvendo a puericultura, dicas de onde estudar, organização das consultas e vários outros assuntos ligados ao cotidiano no consultório.


  • Gestação e Pediatria

Durante o curso, falaremos sobre a importância do pré-natal, as escolhas dos pais, a chegada do bebê em casa e outras orientações fundamentais para essa fase da pediatria.


  • Pós-Parto imediato e Pediatria

Como orientar o plano de parto pediátrico? O curso também traz as informações mais atualizadas sobre a amamentação, o pós-parto e a importância dos cuidados durante a exterogestação.


  • Consulta em todos os períodos até os 24 meses

O curso de Especialização em Puericultura traz todas as informações fundamentais para o atendimento mais adequado ao momento específico da criança. Os módulos são divididos em consultas desde os 3 primeiros meses até os 24 meses.


CONFIRA O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO COMPLETO


Estou na residência, posso fazer este curso agora?

Você, que está na residência médica, pode fazer o curso. Nosso objetivo é agregar à sua carreira, trazendo mais informação e desenvolvendo a sua prática de lidar com a criança em todas as fases da  vida dela – sempre pensando no bem-estar tanto da criança quanto da família. É um passo mais certeiro caso você queira iniciar o atendimento em consultório ao término da residência.


Já atendo em consultório, este curso é pra mim?

Sim! Um dos maiores objetivos do curso é potencializar a rotina no consultório, inclusive para os profissionais que já estão atendendo.


A pediatria mudou muito nos últimos anos. No passado, ela girava em torno de sobrevivência, de crianças doentes. Hoje, cuidamos de crianças saudáveis no consultório, falamos de prevenção, de desenvolvimento, bem como orientamos a família como um todo.


Enfermeiros e médicos de família podem fazer esse curso?

Sim, enfermeiros e médicos de família podem se inscrever. Uma das principais ideias do curso é conectar o profissional de saúde à realidade das famílias e oferecer um atendimento muito mais enriquecedor e acolhedor.

O que é a nova realidade da puericultura?

A puericultura tem como principal característica o acompanhamento integral do processo de desenvolvimento da criança. No entanto, considerando principalmente o dia a dia do consultório, entendemos que as demandas e as preocupações das famílias diante do acompanhamento de puericultura mudaram.


Acreditamos que não é mais possível seguir com o atendimento limitado apenas às curvas de crescimento, a checklists e ao pacote peso-medida-vitamina-vacina, sendo necessário ir além, englobando conceitos não aprendidos na maior parte das residências médicas.


Hoje, a nova realidade da puericultura tem como necessidade a ampliação do olhar no processo de crescimento, desenvolvimento da linguagem, afetividade e dinâmica familiar, além de oferecer informação de qualidade e constituir uma rede de apoio.


Quem ministra o curso?

O curso de Especialização em Puericultura é ministrado por Isabela Moreira Forni, pediatra geral e sócia-fundadora do Eludicar Centro Pediátrico, e Amanda Monteiro da Cruz, também pediatra geral.


Ganharei um certificado ao final do curso?

Sim. Os profissionais inscritos receberão, ao final do curso, um certificado de conclusão com a carga horária do curso, emitido pela Eludivila.


O curso é reconhecido pelo MEC?

Não. Os cursos da Eludivila são classificados como cursos livres. Depois de extensa pesquisa a respeito do assunto, concluímos que até seria possível credenciá-lo em uma faculdade para que houvesse um reconhecimento do MEC. Isso, porém, não concederia ao profissional nenhum benefício prático, uma vez que um curso livre não pode ser reconhecido como graduação ou pós-graduação.


Como o curso é apresentado?

O curso de Especialização em Puericultura tem duração de 45 horas, é apresentado de forma prática e dinâmica e oferecido em uma plataforma online. As aulas são gravadas, o que significa que você pode iniciá-lo a qualquer momento, no seu tempo, além de ter a opção de assistir às aulas várias vezes.


Toda a apresentação é isenta de conflitos de interesse, sem vínculos com marcas ou patrocínios de empresas do ramo. O curso questiona estudos enviesados e busca referências de academias de pediatria no exterior.


Por quanto tempo terei acesso ao curso?

Todo o conteúdo do curso ficará disponível para você por 2 anos a partir do momento da compra.


Posso desistir do curso depois de adquiri-lo?

Os participantes que desistirem da compra, em um prazo de 7 dias corridos a contar da data de aquisição do curso, têm direito ao reembolso integral do investimento.


Inscreva-se no curso de Especialização em Puericultura da Eludivila: CLIQUE AQUI


Conheça a Especialização em Puericultura Online Eludivila

Por Eludivila Especialização Pediátrica 18 de junho de 2024
A Displasia do Desenvolvimento do Quadril em bebês (DDQ) é uma doença que acomete 5 a cada 100 crianças e que pode levar a dificuldade de mobilidade, dor e outros problemas ortopédicos. Neste artigo especial da Eludivila Especialização Pediátrica , revisado pelo Ortopedista Pediátrico, David Gonçalves Nordon (CRM 149.764) , reunimos as principais informações que pediatras gerais precisam saber a respeito da displasia do desenvolvimento do quadril em bebês. Assim, você poderá fazer um diagnóstico e tratamento corretos, além de fornecer boas orientações aos pais e cuidadores. O que é Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ)? Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ), conhecida antigamente como luxação congênita do quadril, é uma patologia ortopédica, que acontece quando a curva do acetábulo não se desenvolve corretamente . Isto é, a cavidade da articulação do quadril se apresenta de maneira que facilita uma subluxação ou luxação do quadril. Todas as variações dentro desse espectro se enquadram, atualmente, no que definimos como DDQ. O resultado são problemas de estabilidade, mobilidade, posicionamento da articulação, dores articulares, dificuldade do bebê para engatinhar, dentre outros. Em 60% dos casos, a DDQ acontece do lado esquerdo, 20% no direito e 20% dos casos são bilaterais. A propensão ao quadril esquerdo se dá pela posição em que a maioria dos bebês se encontram no útero, causando uma pressão do sacro nesse lado. Causas e Fatores de Risco da DDQ A Displasia do Desenvolvimento do Quadril em bebês pode ter algumas causas, dentre elas a posição intrauterina do feto , que pode forçar o quadril a sair do lugar, e fatores hereditários , que causam predisposição genética. Podemos subdividir os fatores de risco associados ao desenvolvimento da DDQ em quatro grupos: 1. Alterações do continente (útero) Quando o útero aperta o quadril do bebê, o que pode ser causado por diversos motivos, como: Oligoidrâmnio, quando o volume de líquido amniótico está abaixo do esperado para a idade gestacional e causa essa pressão; Primeira gestação, pois o útero costuma estar mais rígido; Útero com alguma fibrose, cicatriz ou deformidade; Gestação gemelar. 2. Fatores de risco relacionados ao conteúdo É o caso de gestações com bebês que: São grandes para a idade gestacional (GIG); Movimentam-se pouco dentro do útero, por diversas razões; Com apresentação pélvica, posição que pode aumentar em até 21 vezes o risco de DDQ. 3. Fatores genéticos Em relação à predisposição genética, é possível apontar como fator de risco para a displasia de quadril: Bebês do sexo feminino, que aumenta em até 9 vezes o risco de DDQ, já que os hormônios circulantes femininos (estrogênio e progesterona) aumentam a flexibilidade das articulações e a frouxidão ligamentar; Histórico familiar positivo, que pode ser, na verdade, desde um familiar que efetivamente tratou uma DDQ, até algum familiar com um desgaste precoce do quadril (ou seja, artrose do quadril em torno dos 30 a 50 anos), que geralmente é causada por uma displasia leve não diagnosticada e, portanto, não tratada na infância. 4. Fatores extrauterinos São os fatores que acontecem após o nascimento do bebê e que devem ser orientados pelo pediatra, como: Uso do “charutinho” com as pernas juntas e esticadas; Uso de outros acessórios que podem contribuir para que o quadril do bebê saia do lugar, como carregadores e andadores. Leia também: Assimetria craniana em bebês: Guia completo para pediatras Sinais e Sintomas da Displasia do Quadril Após avaliar os fatores de risco, os pediatras devem estar atentos a alguns sinais que os bebês podem apresentar, como: Assimetria das nádegas (a assimetria das pregas isoladamente, porém, não tem significado clínico; precisa haver outros sinais para se pensar em DDQ); Limitação de movimento do quadril, com dificuldade na abertura das pernas (pode ser observado na troca de fraldas, por exemplo); Claudicação. Como fazer o diagnóstico e avaliação da DDQ Bom, mas então, como fazer a avaliação em consultório para detectar uma possível DDQ no bebê? Além da observação dos sintomas apontados pelos pais, é necessário fazer o exame clínico, além de solicitar ultrassonografia do quadril . Dentre os principais métodos diagnósticos em consultório estão: Manobra de Ortolani: detecta o deslizamento posterior do quadril para dentro do acetábulo e mostra o quadril luxado. Indicado para realização até os três meses de idade do bebê. A manobra de Ortolani, entretanto, é bastante falha: ela perde o diagnóstico em 95% dos casos leves e 50% dos casos graves, com o quadril efetivamente luxado; Manobra de Barlow : detecta o deslizamento do quadril para fora do acetábulo, evidenciando o quadril que é passível de luxação e também deve ser feito até os três meses. É igualmente pouco confiável; Manobra de Hart: após os três meses, esse é o exame mais indicado, já que Ortolani e Barlow normalmente estão negativos, mesmo que o quadril esteja luxado. Se você quer aprender a realizar as manobras adequadamente, a Eludivila conta com aulas completas na Especialização em Puericultura com Patologias, com módulo específico para ortopedia. Acesse agora e amplie o seu conhecimento para além da residência médica Quando pedir um ultrassom do quadril? No Brasil, não há um protocolo específico de quando pedir o ultrassom. Aqui no Eludicar Centro Materno-Infantil, a conduta é fazer o screening universal , ou seja, solicitamos o ultrassom para todos os pacientes, a partir das 3 a 4 semanas de vida do bebê. Nos casos em que o bebê apresenta fatores de risco (apresentação pélvica, oligoidrâmnio, gemelares), o ideal é fazer a ultrassonografia na primeira semana de vida. Para definir o tratamento, você pode utilizar o método Graf para ultrassonografia articular, que divide em graus o nível de alteração: 1A e 1B: quadris maduros 2A: pode ser dividido em 2A+ (deve-se repetir o exame em um mês) e 2A- (recomendamos o tratamento, conforme orientações do protocolo europeu, proposto pelo Dr. Graf em 2022, já que há evidências de uma possível artrose no futuro); 2B: quadril alterado após os três meses de idade, que indica tratamento; 2C, 2D, 3 e 4: quadril alterado, que necessita tratamento. Interpretar o resultado do ultrassom pode ser desafiador, por isso recomendamos assistir ao estudo de caso clínico realizado pelo Dr. David Nordon, ortopedista pediátrico do Eludicar. Tratamento e Manejo da DDQ
Criptorquidia
Por Eludivila Especialização Pediátrica 30 de abril de 2024
Informações para pediatras sobre a Criptorquidia em bebês. Entenda as opções de manejo, como diagnosticar e orientar pais e cuidadores.
vacina da dengue
Por Eludivila Especialização Pediátrica 29 de março de 2024
Reunimos as principais informações sobre a vacina da dengue para que os pediatras possam orientar adequadamente seus pacientes.

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